sábado, 14 de abril de 2012

Planeta Vermelho

Sinopse:Em um futuro apocalíptico, no ano de 2045, a Terra enfrenta uma crise ecológica, como consequência da poluição e da superpopulação. Entretanto, têm missões interplanetárias à Marte, com o objetivo de produzir algas na primeira etapa de terraformação do planeta vermelho. Doze anos depois, quando a quantidade de oxigênio produzido pelas algas tem uma elevação inexplicável, a tripulação da Mars-1 tem de verificar isso, e continuar a missão de terraformação do planeta vermelho para a colonização humana.
Postado por Victor Nunes

terça-feira, 10 de abril de 2012


Maior radiotelescópio do mundo ficará pronto em 2024

Nos próximos 12 anos, 67 equipes de cientistas de 20 países vão se dedicar à construção do mais ambicioso radiotelescópio do mundo, o Square Kilometer Array, conhecido pela sigla SKA. Serão milhares de antenas espalhadas por uma área de 5 mil quilômetros quadrados no hemisfério sul. Esse telescópio vai produzir cerca de um exabyte de informação por dia (um exabyte é o equivalente a 1,000,000,000,000,000,000 bytes), mais que o dobro do total de informações que circulam na internet todos os dias.
Nos próximos 12 anos, 67 equipes de cientistas de 20 países vão se dedicar à construção do mais ambicioso radiotelescópio do mundo, o Square Kilometer Array, conhecido pela sigla SKA. Serão milhares de antenas espalhadas por uma área de 5 mil quilômetros quadrados no hemisfério sul. Esse telescópio vai produzir cerca de um exabyte de informação por dia (um exabyte é o equivalente a 1,000,000,000,000,000,000 bytes), mais que o dobro do total de informações que circulam na internet todos os dias.
ska (Foto: SPDO-Swinburne Astronomy Productions)
Imagem mostra como serão as antenas de captação de dados do SKA. Ainda não se sabe onde elas serão instaladas, (Foto: SPDO-Swinburne Astronomy Productions) Imagem mostra como serão as antenas de captação de dados do SKA. Ainda não se sabe onde elas serão instaladas, (Foto: SPDO-Swinburne Astronomy Productions) Imagem mostra como serão as antenas de captação de dados do SKA. Ainda não se sabe onde elas serão instaladas, (Foto: SPDO-Swinburne Astronomy Productions)

Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Radioastronomia da Holanda e técnicos da IBM vão desenvolver um computador capaz de processar e armazenas esse volume de informações nos próximos cinco anos. O custo desse equipamento, apelidado DOME, foi estimado em quase 33 milhões de euros. A criação dessa tecnologia foi considerada um salto muito grande em relação à disponível hoje.
Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Radioastronomia da Holanda e técnicos da IBM vão desenvolver um computador capaz de processar e armazenas esse volume de informações nos próximos cinco anos. O custo desse equipamento, apelidado DOME, foi estimado em quase 33 milhões de euros. A criação dessa tecnologia foi considerada um salto muito grande em relação à disponível hoje.

Para suportar os dados coletados pelo SKA, cientistas acreditam que o novo equipamento usará chips 3D, uma tecnologia que está começando a ser usada, em pequena escala, em aparelhos como iPhones. Esses chips podem ser capazes de aguentar a grande demanda, sem exigir energia equivalente a de milhares de computadores

Para o armazenamento dos dados, uma medida adotada a curto prazo é o uso de memórias de mudança de fase, 100 vezes mais rápidas que a memória flash. A longo prazo, cientistas estudam o uso de fitas. Apesar de ter uma imagem antiquada, as fitas ainda são baratas e confiáveis. Pesquisadores acreditam que dentro de dez anos haverão fitas capazes de arquivar mais de 100 terabytes. O grande desafio será permitir a busca por streaming nos dados arquivados nessas fitas.
Para o armazenamento dos dados, uma medida adotada a curto prazo é o uso de memórias de mudança de fase, 100 vezes mais rápidas que a memória flash. A longo prazo, cientistas estudam o uso de fitas. Apesar de ter uma imagem antiquada, as fitas ainda são baratas e confiáveis. Pesquisadores acreditam que dentro de dez anos haverão fitas capazes de arquivar mais de 100 terabytes. O grande desafio será permitir a busca por streaming nos dados arquivados nessas fitas.

Postado por Thamiresl

terça-feira, 3 de abril de 2012

Cientistas capturam pela 'pela 1ª vez' tornados na superfície solar
Cientistas de uma universidade no País de Gales filmaram um grupo de tornados gigantes na superfície do Sol. O tamanho das tempestades é diversas vezes o do Planeta Terra inteiro.

Pesquisadores da Universidade de Aberystwyth encontraram as tempestades com ajuda do telescópio atmosférico que fica a bordo do Observador Dinâmico Solar (SDO, na sigla em inglês), da agência espacial americana Nasa.

O vídeo foi apresentado em um encontro nacional de astronomia em Manchester.

"Está é provavelmente a primeira vez que um tornado solar tão grande é filmado", afirma o astrônomo Xing Li, do Instituto de Matemática e Física da universidade. "Outros tornados menores já haviam sido detectados por satélites SOHO, mas eles não haviam sido filmados."

Os tornados solares foram observados no dia 25 de setembro de 2011. Eles foram descobertos com um equipamento que havia sido lançado no espaço em fevereiro de 2010.

O objetivo do satélite é coletar dados que ajudem os cientistas a entender como variações nos padrões do Sol podem afetar o resto do espaço.

O telescópio viu gases superaquecidos - com temperaturas entre 47.250 e 2 milhões de graus Celsius - circulando em distâncias de cerca de 200 mil quilômetros por pelo períodos de pelo menos três horas.

A velocidade dos gases pode atingir até 300 mil quilômetros por hora. Na Terra, os tornados de ar chegam a 150 quilômetros por hora, no máximo.

As tempestades solares têm efeitos na Terra. Durante o fenômeno, eles podem provocar interrupções no serviço de alguns satélites e em redes de eletricidade. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
(Postado por Victor Nunes)
                                                                 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

África do Sul e Austrália disputam direito de abrigar telescópio


África do Sul e Austrália disputam direito de abrigar telescópio


Por Jon Herskovitz e James Grubel

JOHANESBURGO/CANBERRA, 2 Abr (Reuters) - Rivais nos campos de rúgbi, de críquete e no setor de mineração, a África do Sul e a Austrália agora protagonizam uma nova disputa: ambos querem ter o direito de abrigar o telescópio mais potente do mundo.
Os dois países são finalistas de uma concorrência para ter em seu território o equipamento, conhecido como SKA (Square Kilometre Array), que será 50 vezes mais sensível e 10 mil vezes mais rápido do que qualquer outro telescópio do planeta, de acordo com o consórcio internacional que financia o projeto de 2 bilhões de euros (2,66 bilhões de dólares).
A briga ficou séria. A África do Sul acusa a Austrália de jogar sujo e os australianos questionaram a segurança de se desenvolver um projeto tão caro na África do Sul, um país com altas taxas de crimes violentos.
A África do Sul acusou a Austrália inclusive de vazar dados sobre o que deveriam ser deliberações secretas a fim de dar força à sua candidatura.
Reportagens na mídia australiana sugerem que a África do Sul deverá se sair vencedora menos por razões científicas e mais pelo impacto econômico que o projeto terá para as economias emergentes africanas.
"Embora alegue respeitar a integridade do processo de seleção, essa não é uma tentativa muito sutil de enfraquecer o rigor científico e técnico do processo de julgamento do local, ao sugerir que a relatada superioridade da candidatura da África do Sul nada mais é do que uma 'decisão por compaixão'", disse o Ministério das Ciências sul-africano na semana passada.
O jornal Sydney Morning Herald relatou no mês passado que um painel de especialistas recomendou que a África do Sul fosse a anfitriã do telescópio e que a Austrália -em uma candidatura conjunta com a Nova Zelândia- não conseguiu convencer o painel.
"Acho que temos uma posição superior e vamos continuar argumentando e pressionando até que a decisão seja tomada e esperamos que ainda possamos vencer a seleção", disse o senador australiano Chris Evans na semana passada em uma entrevista coletiva.
Autoridades da África do Sul afirmaram que o país tem know-how científico e capacidade técnica para sediar o projeto, que se estenderia a outros países africanos.